As religiões na antiga rota da seda | PT-PT
Vários registos históricos demonstram que os seres humanos sempre se
deslocaram de forma a assegurarem as trocas comerciais com países vizinhos, trocando
bens, conhecimentos e ideias. Ao longo da história, a Eurásia transformou-se numa rede
de comunicação e comércio, que gradualmente formou o que é hoje conhecido como a
“Rota da Seda”.
Entre os anos 139 a.c. e 119 a.c., o Imperador Wudi[10] por força da necessidade
de combater os Hunos do Norte [11], enviou o seu emissário Zhang Qian [12] ao oeste da
China, a fim de a unificar; Assim, quando Zhang Qian regressou, realizou um relato ao
imperador de todas as localidades por onde teria passado de modo que Wudi decidiu
unificar todas as regiões do oeste. Estavam então reunidas todas as condições para que a
Rota da Seda se pudesse estabelecer, isto é, foi criada uma passagem que se conectava
com a Ásia Central e, mais tarde, à Europa [13].
De acordo com Meng Fanren [14], a exportação da seda para o Oriente pode ser
dividida em dois períodos, tendo a Dinastia Han [15] como linha de demarcação. Para
efetivamente compreender o desenvolver da Rota da Seda, é necessário conhecer as
ligações que eram estabelecidas na Antiguidade na Ásia Central16. Geograficamente a
rota da seda engloba uma enorme área. Começando em Xian e seguindo para oeste, os
viajantes primeiro atravessam o corredor de Gansu. Esta é uma rota de 1000 km que
atravessa maioritariamente de este-oeste entre as montanhas de Qinghai no sul e no
deserto Gobi [17] da Mongólia no norte.
Depois de alcançarem a cidade oásis de Dunhuang [18], na província de Gansu,
tiveram de decidir se deveriam seguir norte ou sul ao longo do deserto de Taklamakan [19],
que convergia em Kashgar. Se ambas as rotas fossem impossíveis de serem
ultrapassadas, aqueles que fizessem a viagem poderiam optar pela rota central
diretamente através de um dos mais inabitáveis desertos da terra. Depois de
ultrapassarem Dunhuang, os viajantes entravam na região que conhecemos como
Xinjiang, que hoje engloba a maioria dos caminhos da rota da seda na China Ocidental.
Um dos fatores verdadeiramente interessantes neste conceito de ¨Rota da Seda¨ é
o de que “Rota” não significaria necessariamente rota, mas sim “a stretch of shifting,
unmarked paths across massive expanses of deserts and mountains¨. Contudo ¨Seda¨
talvez seja um conceito ainda menos conclusivo que o anterior, isto é, não eram apenas
comercializadas sedas ao longo da rota, mas sim toda uma variedade de bens comerciais,
nomeadamente químicos, especiarias, metais, vidro, papel, etc. Rotas marítimas foram
também uma parte importante desta rede, estabelecendo a ligação entre oriente e
ocidente, com vista ao comércio de especiarias em particular, e recebendo a subdenominação de Rota das especiarias [20].
Valerie Hansen diz-nos que alguns arqueólogos tiveram acesso a um conjunto de
milhares de documentos que apresentam contratos, disputas legais, recibos, manifestos de carga, prescrições médicas e, ainda, um contrato que comprova a venda de uma
escrava por 120 moedas de prata, há mais de mil anos. Estes documentos possuem uma
especial importância, uma vez que dão a conhecer os principais agentes destas trocas
comerciais, o que realmente seria transportado, o tamanho dos meios de transporte e o
impacto das trocas nas regiões por onde passavam. Para além disso, e indo de encontro
ao tópico que será desenvolvido ao longo deste ensaio, os documentos permitem
também conhecer o impacto na Rota da Seda de forma particular nas crenças
religiosas [21].
É na questão das crenças que se prende este trabalho. Como sabemos a Rota da
Seda não era apenas uma rota de troca através da qual a muito requisitada seda da China
chegava aos mercados da Europa. Foi também o caminho através do qual o Budismo, e
muito mais tarde o Islão, ponto de foco deste trabalho, alcançaram a China. Em
contexto mais mítico foi a rota pela qual Sa’ad ibn Waqqa [22] liderou uma delegação a
caminho da China de forma a convencer o imperador a abraçar o Islão. O mesmo mito
acrescenta que, na sua admiração pelo Islão, o imperador ordenou a construção da
primeira mesquita na China. Quatrocentos anos mais tarde, a memória da mesquita na
província de Guangdong permanece como um testamento verdadeiro da resiliência dos
aderentes na China [23].
Algumas lendas colocam os Muçulmanos na China “antes sequer de ser
delineada qualquer dinastia, ou até mesmo uma China histórica”, tendo em conta que o
registo histórico é delineado por Dinastia, cada uma contribuindo com a sua própria
história à passagem do Islão, conseguimos afirmar que algumas burocracias eram mais
tolerantes do que outras, algumas mais opressivas, contudo é verdade que desde o
século VII que se encontram uma linha de presença muçulmana interligada com a
história chinesa [24].
As comunidades ao longo da Rota da Seda eram principalmente agrícolas em
vez de comerciais, o que significa que a maioria das pessoas trabalhava a terra e não se
inseria no aspecto comercial. O comércio que era praticado era na sua maioria de
natureza local e envolvia frequentemente trocas de bens, em vez do uso de moedas.
Cada comunidade, nessa altura assim como agora, tinha uma identidade distinta.
Apenas quando as tensões de guerra e políticas forçavam as pessoas a deixar as suas
terras tradicionais é que estas comunidades ao longo da Rota da Seda absorviam um
grande número de refugiados [25].
Estes imigrantes trouxeram as suas religiões e línguas consigo para as suas
novas casas. O Budismo, oriundo da Índia e desfrutando de uma popularidade genuína
na China, certamente exerceu a maior influência, contudo o Maniqueísmo, Zoroastrismo
e a igreja Cristã do Leste, baseada na Síria, todas ganharam seguidores. As pessoas que
viviam ao longo da Rota da Seda tiveram um papel crucial na transmissão, tradução e
modificação deste sistema de crenças à medida que passavam de uma civilização para
outra. Antes da chegada do Islão à região, membros destas diferentes comunidades
provaram-se surpreendentemente tolerantes às diferentes crenças. Os soberanos podem
escolher uma religião a favor de outra encorajando os seus seguidores a seguirem esta
religião, contudo ainda permitem os residentes continuar as suas próprias práticas
religiosas [26]. As crenças religiosas das pessoas ao longo da Rota da Seda no inicio do século I
a.c eram muito diferentes daquelas às quais viriam mais tarde a dar lugar. Quando a
China derrotou a confederação nómada Xiongnu [27] e puxou o controlo militar chinês a
norte até à bacia de Tarim no século II a.c.. O Budismo era conhecido na área central
mas ainda não se tinha alargado China nem tinha alcançado outras áreas na Ásia
Oriental. O Cristianismo só aparecia um século mais tarde. O Taoismo [28], no sentido
restrito do termo, enquanto religião organizada com um corpo doutrinário estabelecido só viria a aparecer na China três séculos mais tarde. O Islão, também ele enquanto
religião organizada, só chegaria em pleno séculos mais tarde como veremos mais
adiante [29]
Os habitantes da Rota da Seda nas suas décadas primordiais seguiram religiões
variadas. No Médio oriente, muitas pessoas veneravam deuses e deusas do panteão
greco-romano. Outros eram seguidores da velha religião do Egito, especialmente do
culto de Ísis e Osíris. Os comerciantes Judeus tinham se espalhado para além das
fronteiras dos reinos antigos de Israel e Judeia e estabelecido os seus próprios santuários
em cidades ao longo da região. Novamente no Médio oriente, e especialmente na Pérsia
assim como na Ásia Central, O Zoroastrismo era dominante. As colónias gregas
posicionadas na Ásia Central e que tinham sido abandonadas depois da queda do
império de Alexandre, O Grande [30] tinham, por volta do Século I a.c., se convertido ao
Budismo, uma religião que viria em breve a utilizar a Rota da Seda como meio de
propagação. Na Índia, nas rotas adjacentes à Rota da Seda que cruzavam a passagem
para o vale do Indo e além, a religião mais antiga do Bramanismo [31] tinha cedido o seu
lugar ao Hinduísmo e ao Budismo; o primeiro nunca se espalhou muito para além da
Índia e do Sudeste Asiático, enquanto que o último acabou por se tornar mundial em
extensão [32].
O florescimento do Budismo ao longo da bacia de Bengal e da Ásia Interior
entre os séculos VIII e XI estava a ocorrer ao mesmo tempo que o Islão avançava no
outro lado do continente- na Índia do noroeste e na Ásia Central. Nesta situação um
pode muito bem imaginar que por volta desta altura os comerciantes Budistas e as suas
instituições religiosas tinham largamente desaparecido desta área onde o Budismo tinha
exercido grande presença. As linhas de pensamento Budista que permaneceram nestas
rotas foram posteriormente desafiadas face à invasão das tropas muçulmanas nesta área
e posterior imigração de quinhentas mil famílias árabes que foram transportadas de Basra no Iraque para que se pudesse juntar as terras da Ásia central e a sua riqueza à
orbita do califado de Umayyad33 (661-750 e.c ) [34].
Contudo, os Budistas não tinham se retirado de todo desta área estratégica, visto
que a mesma se encontrava estrategicamente situada na rota de troca. O peregrino
chinês Xuanzang [35] que, décadas antes da conquista muçulmana, realizou registos
meticulosos, verificou uma extensiva presença Budista em várias áreas. Segundo os
seus registos, o Afeganistão possuía 10,000 monges, a área de Sind tinha 460 mosteiros,
e a região costeira perto do irão possuía 180 mosteiros com 11,000 monges. Foi nestas
áreas que o Budismo e o Islão entraram em contacto pela primeira vez [36].
É vital reconhecer o facto de que os Muçulmanos não se dirigiram a esta área, ao
contrário do que se pode inicialmente concluir, para espalhar a sua fé uma vez que,
nesta época apenas os árabes podiam ser Muçulmanos. A questão de pessoas não-árabes
convertidas ao islão, denominados de Mawâli, era na verdade um problema central ao
período inicial do Islão, tendo desempenhado uma papel importante na violência que
marcou a formação da comunidade Muçulmana primordial. Assim os Árabes que
seguiam em direção ao sudoeste não se encontravam necessariamente em procura de
converter os Budistas dos seus caminhos erróneos. Mas sim, é muito mais provável que
estivessem em perseguição dos Kharijites, os primeiros heréticos islâmicos cuja maioria
do seu apoio apresentava-se através de Muçulmanos não-Árabes. Mesmo assim,
perseguir e matar hereges não é como os historiadores Muçulmanos viriam a lembrar o
avanço Muçulmano na Índia, tendo a história base sido substituída por contos de piratas
e donzelas em perigo [37]. É importante, também, notar que o conhecimento do aparecimento do Islão
nestas áreas e a consequente conquista Muçulmana nesta área encontra-se afetada pela
falta de fontes contemporâneas. No caso do Noroeste indiano o problema alcança um nível mais sério, uma vez que o Chachnama [38], encontra-se preservado apenas numa tradução persa do século XIII. Contudo, tendo em conta que continua a ser citado como registo histórico é seguro afirmar que o Chachnama não é apenas uma fabricação posterior, mas sim uma redação Persa da história antiga Árabe [39]
10 Imperador Wu dos Han (漢武帝) que viveu entre 157 a.c. e 87 a.c., nascido Liu Che com nome de cortesia Tong, foi o sétimo
imperador da dinastia Han da China governando entre 141-87 a.c. O seu reinado durou 54 anos, o recorde que não foi quebrado até
ao reinado do imperador Kangxi na futura dinastia Qing. Fonte: POLLARD, Elizabeth, “Worlds Together Worlds Apart”, W. W.
Norton & Company, Inc. p. 238, 2015.
11 Os Hunos foram uma aliança euroasiática, composta por óómadas e seminómadas que, por força dos seus conhecimentos militares
e da sua autodisciplina, conseguiram ocupar diversos lugares ao longo dos tempos, como por exemplo as Planícies Húngaras, dos
Montes Urais ao Rio Eno e do Báltico ao Danúbio. Fonte: SINOR, Denis "The Hun Period". em “The Cambridge history of early
Inner Asia”, Cambridge Univ. Press. pp. 177–203, 1990.
12 Zhang Qian foi um oficial e diplomata que serviu como emissário imperial no estrangeiro no fim do século II a.c. durante a
dinastia Han. Foi o primeiro dos diplomatas oficiais que trouxe informaçãoo valiosa referente ao ocidente, incluindo o que restou do
império da Macedónia, do Império Parta, Persa, da Índia, da Ásia Central até à corte imperial da dinastia Han, governada então pelo
imperador Wudi. Fonte: LOEWE, Michael "Zhang Qian 張騫". Disponível em “A Biographical Dictionary of the Qin, Former
Han, and Xin Periods (220 BC – AD 24).” Leiden: Brill. pp. 687–9, 2000.
13 XINRU, Liu “The Silk Road in World History”, Oxford University, pp. 6-8, 2010.
14 Professor do Instituto da Arqueologia da Academia Chinesa de Ciências sociais (中国社会科学院) 15 Dinastia Chinesa que durou de 206 a.c. a 220 a.c, tendo sido precedida pela dinastia Qin e seguida pelos três reinos da China.
16 De uma forma geral, a Ásia Central abrange cinco países: Turquemenistão, Tadjiquistão, Quirguízia e Uzbequistão.
17 Situado no norte da China (significa “Deserto” na língua Mongol) e é considerado um dos maiores sítios paleontológicos do
mundo, com fósseis petrificados a céu aberto.
18 Cidade no noroeste da província de Gansu, a oeste da China. Dunhuang comanda uma posição estratégica nos caminhos da antiga
Rota da Seda e o principal caminho da Índia através de Lhasa, no Tibete, até à Mongólia e ao sul da Sibéria, assim como controlava
a entrada dos planaltos norte chineses e as antigas capitais de Chang’an e Luoyang. Fonte: LOVELL, Julia “The Great Wall : China
against the World. 1000 BC — AD 2000”. Atlantic Books, London, 2006.
19 Deserto situado na bacia do rio Tarim na Ásia Central, no Xinjiang. Conhecido como um dos maiores desertos do mundo. A
Depressão de Turpan, um oásis perto do limite do deserto de Taklamakan, é o ponto mais baixo da China, a 154 metros abaixo do
nível do mar.
20 HANSEN, Valerie, “The Silk Road: A New History”, Oxford University press Inc, pp.5, 2015.
21 HANSEN, Valerie, “The Silk Road: A New History”, Oxford University press Inc, pp.4, 2015.
22 Sa’ad ibn Waqqa nasceu aproximadamente entre 591 e 600 e morreu aproximadamente entre 664 e 675, é registado como uma
dos primeiros convertidos ao Islão e um dos companheiros mais proeminentes de Maomé. Conhecido sobretudo por ter comandado
a Batalha de Qadisiyyah e a conquista muçulmana da Pérsia em 636, ter sido governador do território persa e pelas suas estadias
diplomáticas na China em 616-651. Fonte: THOMAS Patrick Hughes , "Saʿd Ibn Abī Waqqās". A Dictionary of Islam. London:
W.H. Allen & Co. p. 554, 1895.
23 LEANING-JONES, Melanie, PRATT, Douglas, “Islam in China: From Silk Road to separatism”, Hartford Seminary, 2012.
24 LEANING-JONES, Melanie, PRATT, Douglas, “Islam in China: From Silk Road to separatism”, Hartford Seminary, 2012.
25 HANSEN, Valerie, “The Silk Road: A New History”, Oxford University press Inc, 2015.
26 HANSEN, Valerie, “The Silk Road: A New History”, Oxford University press Inc, 2015.
27 Os povos nómadas Xiongnu, que viviam nas estepes para além da fronteira norte da China, apresentavam uma ameaça constante
aos governos imperiais consecutivos. Fonte: LEANING-JONES, Melanie, PRATT, Douglas, “Islam in China: From Silk Road to
separatism”, Hartford Seminary, 2012.
28 O taoismo é uma tradição religiosa ou filosófica de origem chinesa que enfatiza o viver em harmonia com o Dao (道),de tradução
literária “O caminho”, o Dao é uma ideia fundamental na maioria das escolas filosóficas Chinesas, sendo que, no daoismo, contudo,
denota o principio de que a fonte, padrão e substância de tudo o que existe. Fonte: POLLARD, Elizabeth; ROSENBERG, Clifford;
TIGNOR, Robert . “Worlds Together, Worlds Apart: A History of the World - From the Beginnings of Humankind to the Present.”
W.W. Norton. p. 164, 2014.
29 BETTA, Chiara, “ The Other Middle Kingdom: A Brief History of Muslims in China”, Asian Studies Series ed. 2, University
Press, 2004.
30 Alexandre III da Macedónia, conhecido também por Alexandre, o Grande, foi um rei da do antigo reino grego de Macedónia e um
membro da Dinastia Argéada (700-310 a.c). Nasceu em Pella no ano 356 a.c. e sucedeu o seu pai Filipe II no trono na tenra idade de
20 anos. Passou a maioria dos seus anos enquanto governador a colocar em pratica uma campanha militar ao longo da Ásia e do
nordeste de África, por volta dos seus 30 anos tinha criado um dos maiores impérios do mundo antigo, que se estendia desde a
Grécia até ao noroeste da Índia. Fonte: GOLDEN, Peter B. “Central Asia in World History” , Oxford University Press, 2011.
31 Antiga filosofia religiosa indiana, que data de inicios no segundo milénio a.c até inícios da era cristã. Também intitulada de
religião védia histórica, vedismo, ou Hinduismo antigo, refere-se a ideias e práticas religiosas praticadas pela maioria das pessoas
Indo-Arianas da Índia Antiga durante o período Veda (1500 a.c-500 a.c) Fonte: Bruce M. “The A to Z of Hinduism”. Rowman &
Littlefield. p. 9, 2001. 32 ASIA SOCIETY, “Belief Systems Along the Silk Road”, 2020.
33 Segundos dos quatro grandes califados estabelecidos depois da morte de Maomé. Governado pela dinastia Umayyad. Este
califado governou sobre uma vasta população não só multicultural como de etnias variadas. Cristãos, que ainda constituíam a
maioria da população do califado, e judeus encontravam-se autorizados a praticar as suas próprias religiões mas tinha de pagar uma
taxa de imposto (O jizya). Fonte: H.U. Rahman , “A Chronology Of Islamic History 570–1000 CE “p. 128, 1999.
34 ELVERSKONG, Johan, “Buddhism and Islam on The Silk Road”, University of pennsylvania Press, 2010.
35 Monge budista Chinês, letrado, viajante, e tradutor que viajou para a Índia no século VII e descreveu a interação entre o Budismo
Chinês e o Budismo Indiano durante os primórdios da dinastia Tang. Fonte: Wriggins, Sally, “The Silk Road Journey With
Xuanzang “, Washington DC: Westview press, 2003.
36 ELVERSKONG, Johan, “Buddhism and Islam on The Silk Road”, University of pennsylvania Press, 2010.
37 ELVERSKONG, Johan, “Buddhism and Islam on The Silk Road”, University of pennsylvania Press, 2010
38 Uma das principais fontes históricas da história de Sind nos séculos VII e VIII e.c, escritos em persa. O texto possui histórias das
conquistas do inicio do século VIII por parte de Muhammad Bin Qasim. Fonte: ASIF, Manan Ahmed “A Book of Conquest”.
Harvard University Press, 2016.
39 ELVERSKONG, Johan, “Buddhism and Islam on The Silk Road”, University of pennsylvania Press, 2010

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